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Autogerido - sem hierarquias - o Movimento Arte Jovem Brasileira
apresenta seus integrantes em ordem alfabética e espera
por você!
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incompleta (em constante construção).
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Alexandre
Lira (1983) é o DJ com ouvidos apurados e sensibilidade
musical - sempre a música certa na hora exata. Deus pôs
música em sua alma para alegrar as pessoas. Seja bem vindo
à família Arte Jovem Brasileira. Por Clara Marinho. |
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Alexandre
Villarinho (1974) esbanja alegria e criatividade. Ator
e recreador, foi o apresentador das edições do AJB
no convés em 2002 e até hoje participa de algumas
ações do Movimento. Sei que ele nem imagina a falta
que faz em nosso dia-a-dia, mas deixo o meu testemunho para que
saiba o quanto foi e ainda é importante para nós.
Por Carlos Alberto Gomes. |
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Abel
Ribeiro (1985) |
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Aline
Bonifácio (1979) |
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Andinho
Batera (1977) Como se já não
bastasse ser o músico talentosíssimo que é,
o nosso "Andinho" é uma PESSOA especial. Um grande
amigo, que respira música e está sempre disposto
a ajudar. Um cara "du bem"!!! Só podemos agadecer
por tudo que ele já fez pelo AJB e por fazer parte dessa
família. Sucesso sempre! Por Cadu Pacheco. |
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Bernardo
Cahuê
(1981) é marca registrada de uma comunicação direta, clara, mas reticenciante, o que permite ao leitor uma segura parceria nos seus textos. Gravita em outras órbitas da arte, da cultura, da produção de vídeos, e sei mais lá o que. Literalmente é o "amigo certo nas horas incertas" ou seja, jamais chega na hora certa, mas na certa chega, ora... Inteligente, fuma olhando o espaço além, parecendo querer ver os efeitos da fumaça no buraco negro de ozônio. Transcende... O seu anarquísmo é onipresente e o seu rir pontuando cada frase dita, por ele mesmo, é sinal da sua genialidade. É um divino moleque de infinita importância em nosso roteiro de vida. Por Fernando Borel |
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Cadu
Pacheco (1980) Penso,
e medito para a seguir questionar sobre o que ocorre no interior
de certas pessoas para que consigam manter tanta sensibilidade,
tanto talento, tanta poesia, tanta capacidade de comover, de provocar
emoções, apenas fazendo uso de um instrumento que
lhe é obediente, e acordante nos seus acordes com o gênio
que o administra. Tudo isto acontecendo no grande palco deste
planeta de equilíbrio, e harmonia tão ameaçados.
Falo de CADU PACHECO, que deixou de ser indivíduo para
se dualizar, num incorporar perfeito da sua alma jovem, com o
espírito da árvore desconhecida, que se deixou morrer
para ser o seu violão. Violão que se guardar na
CAPA que forma o nome desse eterno menino, dedicado aos mistérios
do som, no propósito maior, talvez, de entender cada vez
mais a voz suave e pura do seu acústico companheiro. Obras
divinas? Sei lá... Por: Fernando Mendes Borel. |
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Carla
Vilardo (1973) é professora de Química,
artesã e produtora competente. Pessoa dedicada e muito
sensível. Acompanhou o AJB como público até
chegar aos pouquinhos e integrar a produção. É
hoje peça chave nos projetos e, mesmo sempre muito emotiva,
só nos transmite segurança.
Por Carlos Alberto Gomes. Um abraço, um sorriso / dois
olhinhos que se entrefecham / pra esconder as meninas sapecas,
/ que brincam olhando o mundo / lá fora, nas fronteiras
do infinito. / Isto é Carlinha Vilardo. Por Fernando Borel.
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Carlos Alberto Gomes (1977) é um psicólogo
artista que um dia resolveu criar um projeto cultural. Trabalha
sem parar, não dorme, atualiza página, pensa, pensa,
pensa... faz parcerias, contatos, conversa com pessoas, discute...
esse é o cara! Por Renata Batista.
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Cassiano
Pedroza (1980)
é múltiplo, plural, sem deixar no entanto de ser
único. Nasceu com música na alma, e é através
dela que entende o mundo, mesmo quando o som é o silêncio.
De espírito leve e profundo, esbanja sempre um sorriso
nos lábios, um sorriso que é cativante por demais.
O AJB, filho que é desse rapaz, sabe que pode sempre contar
com ele. Por Juliana Werneck.
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Clara
Marinho (1982)
é cantora e atriz. Dona de timbre raro, integra o maravilhoso
trio vocal "Canto das Três", que já nos
presenteou algumas vezes com suas vozes. Clara sempre ajuda no
que pode, inclusive na bilheteria. Com seu carisma e simpatia
acolhedores, conquistou a nós e ao público, reforçando
a idéia de que o AJB é de "Clara, Ana, e quem
mais chegar". Por Luciana Alves. |
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Débora
Sobroza (1984) está sempre por perto, mesmo quando
está longe. Ajuda no que pode e traduz o AJB para os quatro
cantos do planeta. Essa menina já viajou o mundo, mas pousou
no Arte Jovem que agora conta com ela pra sempre! Por Carlos Alberto
Gomes. |
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Dionnara
Castro (1975) |
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Êmile
(1954) é uma cozinheira de mão cheia (o
que seria da Festa da Mandioca Amarela sem ela?). Já fez
de quase tudo na vida e tem uma riqueza imensa de experiência.
Cada vez que converso com ela me surpreendo com um relato novo.
É uma pessoa linda e muito especial. Por Renata Batista. |
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Erika
Pessanha (1971)
é professora de tudo que é arte gráfica,
até escreve pra uma revista! Nossa tira-dúvidas
de plantão, está sempre pronta para dar aquela força.
Ela acredita no poder de transformar que a sua arte-profissão
tem e está sempre pensando em formas de ajudar a quem precisa.
Por Carlos Alberto Gomes. |
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Fernando
Borel (1932)
O sertão vai virar mar e nosso coração já
inundou com as poesias desse moço que veio lá do
recife com seu bongô e pinico pra no nosso ouvido soprar
baixinho seu canto de amor... Amo Ocê!! Grande Borel.. que
nos impulsiona com sua beleza e seus ensinamentos...nosso amigo,
vô, parceiro....sempre arte, jovem e brasileiro! Por Carla
Vilardo
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Haendel
Motta (1976)
tem lugar cativo nos palcos e nos corações do AJB
- desde 2002, quando nem acreditava no projeto e mesmo assim participava
e incentivava. O psicólogo e também escritor sempre
nos presenteia com belíssimos espetáculos, oficinas
de poesia e muitas idéias brilhantes. Por Carlos Alberto
Gomes. |
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Jana
Macedo (1984) |
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Juliana
Werneck (1983) tem o dom da palavra. Escreve com o coração
e o faz muito bem feito. Um doce de pessoa, sempre disposta a
ajudar. Aprendeu amar o AJB no dia-a-dia e tornou-se uma participação
super especial para movimento. “Quem na palavra põe
a luz, que encerra um momento (...) é como ser de Deus
um instrumento.” (Jorge Simas). Por Tatiana Maia.
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Laura
Zandonadi (1987) O canto, e o encanto são presenças
marcantes, e fortes, nas suas apresentações. Sua
figura esbelta, iluminada, e divinamente sonora, frutos do seu
talento e beleza ocupa todo o espaço possível nos
"infinitos limites" do palco. Eu estava presente no
seu show no Teatro da Uff onde Laura mostrou todo o seu potencial
nas artes do canto, e da interpretação quando, em
certa música, o tom estava bastante acima do que deveria
ser. Tremi na primeira fila. Mas a menina mandou ver, e nada comprometeu
o espetáculo inesquecível. Esta é Laura Zandonadi.
O mais está na órbita dos sonhos... Linda! Por Fernando
Borel. |
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Levi
Regis (1983) é um artista multimídia. Este
cara eternizou momentos importantes do AJB, iniciando o movimento
no universo audiovisual. Sua mente, como uma grande angular, sempre
enxerga algo a mais... Algo que estava ali, tão perto que
ninguém notou. Salve salve Levideomaker! Por Carlos Gomes
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Luana
Muller (1981) É a nossa fotógrafa oficial.
Sua sensibilidade é responsável pelo alto nível
de nossos registros fotográficos que inscrevem o AJB na
história e perpetuam verdadeiras poesias visuais. Sua vontade
de participar a faz encurtar distâncias, Rio das Ostras
já está conectada ao AJB graças à
esta criatura serena que Deus nos enviou. Por Carlos Alberto Gomes. |
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Luciana
Alves (1973) é uma ARTISTA, deve ter nascido assim.
Formada em desenho industrial, pinta, desenha, fotografa e leva
a vida com muita criatividade. Mãe apaixonada, ama incondicionalmente.
Luciana nos acompanha como pode, seu tempo é escasso, mas
sempre aparece com sua alegria - ela merecia uma poesia aqui.
Por Carlos Alberto Gomes. |
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Luiz
Carlos de Carvalho (1952) é jovem há mais
tempo e desde que nos conheceu chegou junto. Pensa, expõe
e abre espaços para o AJB com muita irreverência
e coragem. Com sua militância pela liberdade da arte, nos
envolve, orienta e dá força para seguir pelos ousados
caminhos da contemporaneidade. Por Carlos Alberto Gomes. |
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Marcelo
Rezende (1980) é um grande parceiro. Sempre presente
em nossas ousadias, uma pessoa doce e tranquila que tempera as
edições do AJB com a intensidade dos seus traços
e a alegria das cores. Por Carla Vilardo e Débora Sobroza.
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Marco
Sunao(1982) chegou quietinho e se integrou a nossa equipe
por um tempo. Uma pessoa amável que nos ensinou muito com
sua tranqüilidade, mas quando o assunto é forró...
Esse paulista deixa muito nordestino pra trás. Por Carla
Vilardo e Débora Sobroza.
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Miguelzin
(1981). Uma amiga me disse: "ele é muito
bom no que faz, pode ser que não saiba, mas é!"
E é verdade. Logo que o conheci melhor, pude perceber o
quão talentoso, sensível e humano ele é.
Meu parceiro das palhaçadas em reunião, é
um cara por quem tenho profunda admiração e respeito.
Se alegria é o combustível da vida, Zin é
o combustível do AJB! Por Cadu Pacheco.
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Nano
(1982) Durante a meteórica passagem da Nassera,
entre nós no AJB, tivemos tempo bastante para observar
a extraordinária pessoa, que a França nos enviou.
Negra linda, disse-me morar em Nice, na região de Provence-Alpes-Côte
d Azur. Observadora, inteligente, criativa, mas reservada, um
tanto quanto subterrânea, passava a impressão de
um distancionísmo encarcerado numa linda, e faceira presença.
Seu sotaque é uma canção, seus olhos dois
mistérios onde a gente se olha como um beija-flor se mira
numa gota de orvalho. Informou e foi informada sobre os assuntos
aos quais ela pretendia juntar aos seus conhecimentos. Saiu-se
bem. Deixou saudades, e faz muita falta... Por Fernando Borel. |
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Raul
Menezes (1962) Falar dele é fazer poesia. Até
porque se assim não fora, ninguém conseguiria passar
a idéia do que seja a sua íntima integração
com o seu violão no sentido mais profundo de uma fusão
de seres tão acoplados: madeira, cordas, corpo, alma, trastes
e contrastes, musica, harmonia, voz, melodia, poeta, e poesia.
Dessa mágica e encantadora alquimia nasce o som malandro,
empoeirado de versos, entranhado de mistérios, às
vezes despertantes, outras acalentosos, em um contexto madrugoso,
numa parecência com as horas em que o dia ainda não
nasceu, e a noite já se foi levando todas as estrelas.
Onde tudo se torna silhueta, e a menina sonolenta, pelo postigo
do dia, vem olhar a passagem do menino que joga jornais nas varandas.
Raul permanece na sonora-idade. A sua música, e o seu canto
transcendem, integram-se ao nosso Cosmo Interior de forma equilibrada,
harmônica, algo que se desloca, arpejando o arco-íris
no diafrágma do horizonte. Poeta de botequim sua bênção!
Separa pra mim um lugar bem perto do palco iluminado do seu coração.
Por Fernando Borel.
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Renata
Batista (1980) tem um coração que pulsa
luz. Sempre desejando o bem, ela é explosão dos
sentimentos que cativam por serem sinceros. Nossa produtora guerreira
em 2004, estará sempre presente na alma do AJB porque tem
no coração os nossos ideais que ajudou a construir.
Por Tatiana Maia.
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Renato
Badeco (1982) é um grande show, dentro do espetacular
Badecos. Destacar-se dentro de um grupo como esse é o grande
sinal de genialidade, de talento, de luz muito intensa, e de uma
personalíssima verdade artística. Este jovem é
tudo isso e muito mais, quando consegue com as suas interpretações
transportar o público às musas geradoras das mais
lindas composições. Voz lindíssima, tem uma
certa nordestinidade, uma rusticidade encantante, talvez, quem
sabe uma 2ª voz do canto aboiante do carro de boi cortando
o chão vermelho e quente do nordeste? Já visitei
a minha terra pernambucana várias vezes transportado pela
voz, e pelos arranjos desse menino-bruxo, e seu violão
boiadeiro. Grande artísta, espetacular! Saravá Renato
Badeco! Por Fernando Borel.
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Rodrigo
Raro (1981) A dificuldade que tenho para falar da grandeza
desse jovem Rodrigo Raro, paradoxalmente é o que me facilita
fazê-lo. E assim procedo, mesmo na certeza de que corro
o risco de não dizer tudo o de bom que esse rapaz carrega
consigo, como criatura, como caráter, como cultura, e como
inteligência. Tem a característica, de ser discreto,
meditativo, como se esperando, a cada momento a inspiração,
sua companheira constante. Nem por esta razão ele torna-se
um ser subterrâneo, pelo contrário ele é floresta
densa, verdejante, forte sustentando o seu ecossistema cultural
com a força da seiva do seu imenso talento.Um ano de lindos
textos, bem dirigidos, cuidados, encantadores. Literalmente,até
por conta da minha posição no informativo do Arte
Jovem, tudo o que ele escreve eu assino embaixo aplaudindo os
seus textos magistrais. Sendo assim, "Rodrigo" e "reprito",
não ser por qualquer coisa que esse jovem é Raro.
É feito um deus-menino que escreve certo por Letrastortas.Sua
bênção garoto. Fernando Borel.
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Sandro
Pimentel (1980) é o nosso menino maluquinho!! O
AJB ganhou um iluminador de mão cheia e um filho, danado
esse menino! Mas quando o assunto é Trabalho, ele arregaça
as mangas e põe mãos a obra!! Por Carla Vilardo e
Débora Sobroza.
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Simone
Nascimento (1975) é especial. Bonita, excêntrica, manifesta seus tantos talentos de forma, digamos, bíblica: "bate e a porta se abrirá". Tú és deusa? - "És tu que dizes..." É sempre imprevista, como os colibrís abordando rosas descuidadas. Tira o néctar com a mesma formusura, que poliniza o cravo. E continua como que levitando num espaço de luz. O seu semblante permanece harmônico, somente permitindo acesso às almas afins. É muito bom tê-la por perto. Ela sempre tem uma tesourinha para um nó que não desatou... Por Fernando Borel. |
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Talles
Alves (1970) Altruísta, sem dúvida é
a palavra que define esse cara. Mesmo com tanto a fazer e envolvido
de corpo e alma em seu maravilhoso trabalho de arte digital, dedicou
tempo para elaborar a abertura desta página, nos presenteando
com muito carinho. Está sempre pronto a ajudar com boa
vontade e eterno bom humor. Pessoa com quem podemos contar, sempre.
Agradecemos demais, de coração. Por Luciana Alves.
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Tatiana
Maia (1982) entrou na faculdade de Produção
Cultural comigo, é a maior caça-faculdades que conheço
(chegou a cursar 3 ao mesmo tempo!). Como o Meninho Maluquinho,
ela tem macaquinhos no sótão (hã???). É
muito apaixonada pelo que faz e tem um potencial imenso. Chegou
num momento muito importante e necessário do AJB e contribuiu
para grandes conquistas. Por Renata Batista. |
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Thiago
Hortala (1979) em 2002 me perguntou: o que é o
AJB pra você? No dia morri de rir... 3 anos depois me pergunto
isso todo dia. Thiago tem o Arte Jovem no coração,
dá pra sentir quando ele leva a alma pra passear no Convés.
Grande experimentador das emoções, o cara sempre
surpreende! Por Carlos Alberto Gomes. |
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| Produção |
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Em
2007...Olha como cresceu o grupo, nem dá pra acreditar.
E ainda falta gente, é impossível juntar todos num
dia só. Essa equipe promete muito, gente nova e com idéias
maravilhosas. Esse ano o AJB decola! |
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Em
2005... Esta é a equipe atual de produção.
Porém, há muitos outros que dedicaram ou ainda dedicam
tempo e neurônios para o sucesso das ações
do Movimento. O
grupo, que é autogerido e conta com o apoio de muitos artistas,
produtores e profissionais de diversas áreas, está
aberto
à participação de todos os interessados e
convida você a fazer parte dele. Da esquerda pra direita:
Marco Sunao, Carla Vilardo, Cadu Pacheco, Tatiana Maia, Carlos
Alberto Gomes e Raul Menezes. |
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