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Corremos o risco de entrarmos na grande depressão dos anos 30, ou dos anos 80, com grande impacto nos anos 90, com acirramento das privatizações. Para não repetir o efeito da onda liberalizante, incluindo a desqualificação do sistema educativo – na esfera do imaginário, por exemplo -, incluindo à ênfase nos novos fundamentalismos – atividades informais, ilícitas e o neopentacostalismo – é que precisamos lidar com as consequências no período da arte contemporânea. Tal arte busca entrelaçar o Estado e a Sociedade Civil Organizada para planejamento e consolidação de Políticas Públicas, reforçando o Estado como instância reguladora do mercado neoliberal. Nesse sentido, apóia-se a Rede de Redução de Danos, como Política Pública do Ministério da Saúde – Governo Federal que, de um lado, indica a cultura, Centros de Atenção Psicossocial – CAPS AD – como condição para tratamento dos usuários de drogas; de outro lado, garante a liberdade e o direito à informação, como no caso dos usuários de ópio e a importância da utilização das seringas descartáveis. É bom lembrar que tal Política é um desdobramento da Política de Prevenção ao vírus HIV AIDS. Concluindo, essa perspectiva pode incluir o Brasil dentre as economias asiáticas e européias, diminuindo o efeito retardatário; o aumento da inflação; a garantia do movimento social e a diminuição do assalto como fenômeno da violência; a eliminação da dualidade social; na garantia controle sustentável.

São os mais sinceros votos.