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Dê-me flores / Mas dê-me as de plástico / Porque “as flores de plástico não morrem”. / Dê-me um cãozinho / Mas que seja de pelúcia / Para que não chegue o dia dele dormir para sempre. / Dê-me tempo / Mas dê-me pouco dele / Pois esperar demais é aproveitar menos / Dê-me, enfim, o amor / Que não seja mais do tipo efêmero / “Mas que seja infinito enquanto dure” // E que seu tempo seja medido somente / pelo derradeiro fechar de nossos olhos / Para os quais olhará com doces lágrimas / O nosso futuro personificado / Naqueles que fizemos nascer / E nos filhos deles, que vimos crescer.

Dê-me Arte Jovem Brasileira
Uma vez por mês, mas dê-me
Porque é VIDA, em Movimento